“A coisa mais difícil e mesmo extraordinária, é desistires de ser perfeito e começares a trabalhar para te tornares tu mesmo.” — Anna Quindlen

E se não tivesses que ser perfeito?

E se a perfeição não é o caminho mais eficaz para seres uma boa mãe/pai?

E se o teu filho precisar apenas de amor e aceitação, compreensão, veres as coisas estando “nos sapatos dele”, abraços verdadeiros e respeito para evoluir e aprender?

E se mostrares que és humano pedindo desculpas sentidas naqueles momentos em que também te perdes e não consegues manter tudo junto?

E se, para amares e aceitares o teu filho, terás de te amar e aceitar a ti em primeiro lugar, amar quem és e aceitar as tuas partes boas e más, o embaraçoso e o poderoso, o sagrado e o comum em ti?

O que levaria?

O que te traria?


Comentários

Leave a Reply

Your email address will not be published.