Imagina que estás a passear na floresta e encontras um tronco de uma árvore deitado no chão. Tentas andar em cima dele. O tronco é redondo, os teus pés escorregam pelos lados. Instintivamente, o teu corpo procura reconquistar o seu equilíbrio – levantas os braços, balanças uma perna no ar, inclinas-te para um dos lados ou procuras agarrar-te para te manteres em pé.

Aprendemos este balanço corporal desde muito cedo. É algo que o nosso cérebro e o nosso corpo fazem instintivamente, pois “sabem” que é importante para o nosso bem-estar global e para que tudo o resto do nosso ser continue a manter o seu funcionamento a um nível optimal.

O equilíbrio de outras partes como mental, física, emocional, espiritual ou social não acontece tanto desta forma instintiva e visível, principalmente quando somos tão influenciados pelo meio exterior. São áreas que desenvolvemos ao longo do tempo e em que precisamos de aprender como assegurar o nosso equilíbrio de forma eficaz, de acordo com as nossas necessidades, para atingirmos o bem-estar.

Esta aprendizagem começa desde o útero, através das interações que temos com os outros e da nossa própria experiência. À medida que crescemos, acumulamos, filtramos e processamos as nossas experiências às quais associamos emoções que guardamos como pontos de referência nos nossos mapas do mundo. Estes pontos tornam-se os nossos padrões de ação e reação perante os acontecimentos da nossa vida. Quando a vida se torna “escorregadia”, são estes padrões que nos guiam no caminho para repôr o nosso equilíbrio.

Felizmente, sendo eles padrões que foram aprendidos e não instintivos (como os que são vitais para a nossa existência, como a respiração, por exemplo), podem ser também desaprendidos ou melhorados, ou seja, podem ser modificados se assim decidimos.

Podemos ALTERAR a nossa atitude, o nosso pensamento, as nossas crenças, as nossas emoções e mesmo o funcionamento do nosso sistema imunitário e das nossas células, entre muitas outras.

O equilíbrio é a base do nosso bem-estar – aquele estado optimal, aquela vivência, em que tudo se conjuga maravilhosamente e flui naturalmente, em que estamos bem no nosso interior e demonstramos isto também no exterior, em que desfrutamos o momento presente, com consciência, tranquilidade e plenitude.

Quando crescemos e vivemos com equilíbrio e bem-estar, conseguimos acessar muito mais facilmente os nossos poderes interiores e libertar o nosso potencial extraordinário para evoluirmos e sermos bem-sucedidos e ajudar, ao mesmo tempo, os que nos rodeiam à serem bem-sucedidos também.

Se isso faz sentido para ti e gostarias de viver com mais equilíbrio e harmonia, convido-te a inscreveres-te no Desafio parental gratuito de 7 dias – Do caos à harmonia .

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